Medicamentos para o coração podem alterar o DNA celular

01/07/2017 15:27

Os bloqueadores beta (propranolol, atenolol, etc.) são comumente usados em todo o mundo para tratar uma variedade de doenças cardiovasculares como hipertensão, arritmias e insuficiência cardíaca. Os cientistas sabem há décadas que os medicamentos funcionam retardando a frequência cardíaca e reduzindo a força da contração do coração — diminuindo o trabalho realizado pelo músculo cardíaco.

No entanto, novas pesquisas da Universidade de York, Canadá, mostraram que esses medicamentos também revertem uma série de alterações genéticas potencialmente prejudiciais associadas à doença cardíaca.
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O cigarro tem forte relação com a artrite reumatoide

19/06/2017 15:21

Estudo apresentado no Congresso Europeu de Reumatologia (EULAR) 2017 confirmou a ligação entre o hábito de fumar e o risco de desenvolver artrite reumatoide (AR). No entanto, curiosamente, também sugeriu pela primeira vez que, nos fumantes, a exposição ao fumo no início da vida através do fumo passivo na infância aumentou significativamente esse risco. Fumo passivo é o que ocorre quando uma pessoa é obrigada a respirar a fumaça exalada do cigarros de outros.

Em um segundo estudo, os resultados preliminares de uma meta-análise mostraram que o fumo está associado ao aumento da progressão do dano estrutural na coluna vertebral em pacientes com espondilite anquilosante(EA). Outra razão importante pela qual os reumatologistas devem encorajar os pacientes com EA a pararem de fumar.
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A retinite pigmentosa

05/06/2017 20:21

A retinite pigmentosa é uma família de doenças hereditárias da olho, isto é que se herda dos pais, e que se caracteriza pela perda progressiva de uma célula da retina chamada bastonete. Os bastonetes são receptores de luz. Essa degeneração leva à cegueira. Centenas de mutações encontradas em mais de 60 genes são sabidos levar à retinite pigmentosa, o que resulta em diferentes graus de severidade e modos de transmissão hereditária dessa doença.
Hoje em dia não há cura para nenhuma forma de retinite pigmentosa, e as opções de tratamento são bem limitadas. As opções incluem suplementação de vitamina A, óleos rícos em ômega-3 ou luteína, os quais têm benefícios duvidosos ou, pelo menos, muito modestos.
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