Departamento de Farmacologia
  • Analgésicos e anti-inflamatórios usados contra dores musculares e artrites podem ter efeito benéfico nos sintomas da depressão

    Depressão é uma das cinco principais causas de perda da qualidade de vida Foto: UC3M (Universidade Carlos III,Madri) / DivulgaçãoAnalgésicos anti-inflamatórios comuns vendidos livremente na farmácia também podem ser efetivos no tratamento de pessoas sofrendo de depressão. Isso foi mostrado por um grande estudo de meta-análise publicado por um grupo de pesquisa da universidade dinamarquesa Aarhus, no Jornal da Associação Médica Americana (Jama). Meta-análise é o nome que se dá para estudos de revisão estatística realizados com dados já publicados por outros autores.
    No presente estudo foram revistos os dados publicados em 14 estudos internacionais envolvendo 6.242 pacientes que sofriam de depressão ou tinham sintomas individuais de depressão. Depressão é um problema sério no mundo todo, mas especialmente na Dinamarca cerca de 15% da população pode esperar sofrer de depressão em algum momento de suas vidas.

    A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que a depressão é uma das cinco principais causas de perda da qualidade de vida e, também, de anos de vida. Assim, é uma condição muito séria, uma que pesquisadores de todo o mundo estão constantemente tentando achar tratamentos mais eficazes.

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  • Substância derivada do brócolis pode tratar o autismo

    Brotos de brócolis, alimento que contém substância que ameniza sintomas do autismo Foto: Johns Hopkins Medicine / DivulgaçãoPerdidos em si

    O grupo dos transtornos autistas afeta de 1% a 2% da população do mundo. Seus sintomas comportamentais, como a baixa interação social e comunicação verbal, são bem conhecidas e foram descritas pela primeira vez há 70 anos pelo dr. Leo Kanner, fundador da psiquiatria pediátrica da Universidade Johns Hopkins.
    Embora suas causas permaneçam desconhecidas, sabe-se que as células cerebrais das pessoas com autismo geralmente sofrem altos níveis de estresse oxidativo, devido ao acúmulo dos famosos radicais livres, subprodutos indesejados da respiração celular, que podem causar inflamação, danos ao DNA, câncer e outras doenças crônicas.

    Em um artigo publicado no Jornal Proceedings of the National Academy of Sciences nesta semana, os pesquisadores afirmam uma dose diária de sulforafano produziu melhora substancial na interação e comunicação verbal, bem como diminuição nos comportamentos repetitivos e ritualísticos de pacientes autistas.

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  • Testes com ratos provam que o consumo crônico de melatonina combate a obesidade e o diabetes

    A melatoninaRato obeso com diabetes mellitus tipo dois Foto: The Jackson Laboratory / Divulgação é uma substância natural presente em plantas, animais e seres humanos, que funciona como um sinal hormonal liberado durante a noite para estabelecer os ritmos circadianos. Hoje em dia este processo é frequentemente interrompido, como resultado da exposição excessiva à luz artificial durante a noite, o que reduz os níveis de melatonina endógena — por exemplo, muitas pessoas têm o hábito de dormir com lâmpadas, televisores ou os seus computadores ligados, ou mesmo com as cortinas recolhidas. Sempre existe uma fonte de luz artificial, porém é importante tentar dormir em escuridão absoluta, para evitar interferência na geração desse hormônio.

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