Departamento de Farmacologia
  • Uso de fármacos anticolinérgicos não aumenta o risco de demência em pacientes com Doença de Parkinson

    Evidências recentes mostram um risco maior de demência, em particular do tipo Alzheimer, em indivíduos que utilizam medicamentos anticolinérgicos regularmente. Estas drogas são amplamente utilizadas por adultos mais velhos para tratar a incontinência urinária, humor e até a dor, e muitos deles estão disponíveis sem receita médica.

    Uma vez que esses medicamentos também são utilizados para tratar os sintomas motores e sintomas não motores em pacientes com Doença de Parkinson (DP), há uma preocupação natural de que esses pacientes sofram maior risco de desenvolver demência. Felizmente, porém, um novo estudo publicado no Journal of Parkinson’s Disease determinou que o desempenho cognitivo de pacientes com Parkinson tomando medicamentos anticolinérgicos, não diferem daqueles que não tomam.
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  • Bolhas minúsculas feitas por células do próprio corpo pode reduzir a artrite

    Fim da cirurgia?

    Um tratamento baseado em microbolhas de lipídeos que pode diminuir a dor da artrite e acabar com a necessidade de cirurgia de quadril ou outras articulações, segundo pesquisa recente de cientistas britânicos.

    Os cientistas descobriram que bolhas pequeninas chamadas de microvesículas, que são pequenas bolhas de óleo cheias com fluídos, feitas pelas próprias células do corpo, podem “consertar” as cartilagens de quem sofre de artrite.

    Esse tratamento usa pequeníssimas partículas que são normalmente produzidas pelo corpo para proteger e reparar as articulações danificadas.

    Isso pode significar melhor tratamento para a artrite – reduzindo a dor e melhorando a locomoção de milhares de pessoas no mundo. Também pode eliminar a necessidade das dolorosas, complicadas e caras cirurgias de prótese de quadril ou joelho.
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  • Substância promete proteger o sistema imunológico e a fertilidade durante a quimioterapia do câncer

    Efeitos Colaterais

     

    Hoje em dia temos tratamentos muito mais seletivos para o câncer, que reduziram muito os efeitos colaterais, além de melhorar a eficácia de cura. Porém, para muitos tipos de câncer, ainda se depende da velha quimioterapia.

    Infelizmente, ela é muito tóxica e ocasiona, por isso mesmo, muitos efeitos colaterais desagradáveis. Entre os quais encontramos a infertilidade e o enfraquecimento do sistema imunológico, que torna os pacientes mais propensos a contrair infecções graves. Mas um estudo recentemente publicado pela revista Endocrinology Today traz a esperança para pacientes com câncer submetidos à quimioterapia, tanto de evitar esses dois efeitos colaterais graves, como ainda de ser capaz de parar o crescimento do doença.
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