Departamento de Farmacologia
  • Análise do veneno de aranhas revela sete compostos promissores, com potencial para aliviar a dor crônica

    17330640A dor que não pode ser controlada pode arruinar a vida das pessoas. Uma em cada cinco pessoas no mundo atualmente sofrem de dor crônica, e os analgésicos existentes muitas vezes não conseguem prestar socorro.
    Só nos EUA o custo de pacientes com dor crônica é estimado em cerca de 600 bilhões de dólares por ano, o que é mais do que se gasta com o tratamento do câncer, diabetes e derrame juntos! Por isso o estudo da dor é tão importante.

    Uma nova pesquisa mostra que sete compostos entre milhares encontrados em venenos de aranhas são capazes de bloquear um passo fundamental para passagem de sinais de dor até o cérebro, de acordo com um artigo publicado este mês no British Journal of Pharmacology.

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  • Falta de zinco afeta o sistema imunológico, principalmente nos idosos

    17304545Ostra é remédio?

    A deficiência de zinco pode desempenhar um papel em doenças crônicas, como artrites, doenças cardiovasculares, câncer e diabetes, que envolvem a inflamação. Tais doenças muitas vezes aparecem em adultos mais velhos, que estão mais em risco de deficiência de zinco.
    O zinco é um micronutriente essencial necessário para muitos processos biológicos, incluindo crescimento e desenvolvimento, função neurológica e imunidade. Pode ser encontrada naturalmente em alimentos ricos em proteínas, como carne e marisco, sendo que as ostras tem o mais alto teor de zinco. Cerca de 12% das pessoas nos EUA não consomem o zinco suficiente em suas dietas. Daqueles com 65 anos ou mais, perto de 40% não consomem o suficiente de zinco.

    Os adultos mais velhos tendem a comer menos alimentos ricos em zinco e, além disso, seus corpos parecem não usar ou absorver bem o zinco, tornando-os altamente susceptíveis à deficiência de zinco. No Brasil esses índices são semelhantes.

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  • Nova esperança para o tratamento da esclerose múltipla

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    Cientistas do Instituto Walter e Eliza Hall (Austrália) desenvolveram uma nova substância que pode parar a inflamação e mostrou-se promissora na prevenção da progressão da esclerose múltipla (EM) — uma doença inflamatória que danifica o sistema nervoso central, incluindo o cérebro, a medula espinal e os nervos ópticos. Não há nenhuma cura ainda e por isso há uma necessidade desesperada por novos e melhores tratamentos.

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