Departamento de Farmacologia
  • Hipotensão postural: risco de acidentes, principalmente em idosos

    Riscos da hipotensão posturalHipotensão postural: risco de acidentes, principalmente em idosos Ricardo Duarte/Agencia RBS

    Manter a pressão arterial sempre adequada para mandar sangue a todas as partes do corpo, não é uma tarefa simples, principalmente quando estamos de pé. Nesta posição a cabeça fica acima do coração, enquanto a maior parte do corpo fica abaixo.

    Para enviar sangue para o cérebro, o coração precisa fazer mais força quando estamos em pé, do que se estivéssemos deitados. Além disso, as pernas e alguns órgãos na barriga funcionam como reservatórios de sangue e, quando ficamos de pé, eles tendem a “esconder” mais sangue ali, indo menos para o cérebro.

    Para resolver estas dificuldades, quando saímos da posição deitado pela manhã e ficamos de pé, o coração aumenta um pouco a força do batimento e os vasos sanguíneos das pernas, e até algumas vísceras como o baço, se contraem.

    Essa contração diminui o volume disponível para esconder o sangue e ele é mandado para o cérebro.

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  • Descoberta enzima responsável pela pressão arterial elevada devido à obesidade

    Descoberta enzima responsável pela pressão arterial elevada devido à obesidade Tom Wang/ShutterstockObesidade e hipertensão

    A obesidade é um grave problema de saúde que afeta cerca de um terço da população adulta nos Estados Unidos. No Brasil, somando-se obesos e indivíduos com sobrepeso, a proporção é muito parecida.

    Os indivíduos obesos têm mais chances de ter diabetes e hipertensão. Um estudo recente conduzido por pesquisadores da Universidade de Missouri (EUA) identificou que uma enzima envolvida com a hipertensão está também relacionada com a obesidade, descoberta essa que pode levar a novas opções de tratamento.

    Na hipertensão os vasos sanguíneos arteriais são expostos a pressão arterial continuamente elevada, fazendo o coração trabalhar mais para bombear o sangue para o corpo. Isso pode levar a problemas graves de saúde, como ataques cardíacos, insuficiência renal, lesão de órgãos e vasos sanguíneos enfraquecidos ou rompidos.

    Ao comparar ratos obesos de laboratório com ratos magros, esse estudo revelou que os animais obesos eram deficientes no aminoácido arginina devido à elevada atividade da enzima arginase, que quebra a arginina.

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  • Você sabe a diferença entre analgésico, antibiótico e anti-inflamatório?

    17372247A palavra analgésico, que dizer “sem dor”. Os analgésicos são medicamentos com o objetivo único de tirar a dor. Existem os analgésicos fortes como a morfina, oxicodona e o tramadol, por exemplo. São usados principalmente em ambiente hospitalar, para controlar a dor depois de uma cirurgia, ou a dor do câncer, ou também em emergências de queimados ou acidentados.

    Essas tiram até mesmo a dor natural. Isto é, se dermos um beliscão em alguém que tomou morfina, ele sentirá menos dor do que se estivesse sem o medicamento. Existem também os analgésicos fracos como a codeína, a dipirona e o paracetamol.Esses só funcionam para dores moderadas ou leves, como dores de cabeça, pedra no rim, luxações e contusões. Porém, nenhuma dessas drogas é anti-inflamatória.

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