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Câmara hiperbárica de oxigênio pode ser esperança para quem sofre de fibromialgia
Dor fantasma
A fibromialgia é uma síndrome de dor crônica que pode ser acompanhada por fadiga, comprometimento cognitivo, síndrome do intestino irritável e distúrbios do sono. Mais de 90% dos casos são em mulheres.Esta síndrome ainda não tem causa conhecida, embora algumas vezes apareça depois de uma lesão cerebral, e seu tratamento é muito difícil. A dor na fibromialgia aparece em mais de um local no corpo ao mesmo tempo e, frequentemente, esses locais mudam de posição.
Essa característica contribuiu para se acreditar que a fibromialgia fosse uma dor psicológica. Por isso, muitos que a têm, inclusive alguns médicos, não admitem que é uma doença real. Qualquer que seja a causa, porém, um novo estudo publicado no jornal Plos One mostra que a oxigenoterapia hiperbárica pode curar a fibromialgia.
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Anticoagulantes são seguros para pacientes cancerosos com metástases no cérebro
Câncer e tromboseO câncer aumenta o risco dos pacientes desenvolverem coágulos sanguíneos. Quando um paciente com câncer desenvolve coágulos, um medicamento anticoagulante precisa ser adicionado ao seu regime de tratamento para prevenir uma complicação muitas vezes fatal, que é a de um coágulo se alojar nos pulmões.
Contudo, se o câncer se espalha para o cérebro, os médicos têm receio de acrescentar o anticoagulante. As metástases no cérebro, por si só, são causadoras de hemorragias e, com o uso de anticoagulantes, pode piorar ainda mais esse risco.
Essa tarefa de prevenir os perigosos coágulos e ao mesmo tempo evitar hemorragias fatais, é um grande desafio para os especialistas em pacientes com metástases no cérebro. Até recentemente, não havia estudos investigando se os anticoagulantes poderiam ser seguros nesses pacientes.
Porém, uma publicação desta semana no jornal Blood, da Sociedade Americana de Hematologia, afirma que pacientes com câncer e metástases cerebrais podem receber anticoagulantes, sem que isso aumente o risco de hemorragias cerebrais perigosas.
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Corticoides não são melhores que o placebo para a dor ciática
Corticoides são receitados para melhorar o desconforto da dor ciática — dor nas costas e perna geralmente causada por uma hérnia de disco na região lombar. Um novo estudo, porém, mostra que os corticoides não são mais efetivos do que um comprimido de placebo e melhoram apenas um pouco a funcionalidade geral do paciente. A ciática afeta cerca de um em cada 10 pessoas, dizem os pesquisadores.Para este estudo, 269 pessoas com dor ciática foram distribuídos aleatoriamente para tomar um corticoide oral (prednisona) ou um placebo (um medicamento simulado) durante 15 dias. O estudo, que foi realizado entre 2008-2013, e incluiu adultos que tiveram dor irradiando na perna e nádega por até três meses. Os participantes foram acompanhados por até um ano.
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