Departamento de Farmacologia
  • Revirando os intestinos em busca de tratamentos mais saudáveis

    Tornando fezes em ouro

    Os transplantes fecais (isso mesmo, transplante de cocô) para o tratamento de doenças do intestino foram as primeiras terapias baseadas na ideia de que as colônias de micro-organismos humanos estão inseparavelmente ligadas com a nossa saúde.

    Agora, a medida que os cientistas estão indo além para dar corpo a essa ideia, dúzias de companhias farmacêuticas e de biotecnologia estão se movendo e investigando novas possibilidades terapêuticas, de acordo com a matéria de capa da revista Chemical & Engineering News (C&EN), uma publicação semanal da Associação Química Americana.
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  • Técnica poderá popularizar tratamento que cura o diabetes tipo 1

    Diabetes tipo 1

    O diabetes tipo 1 afeta cerca de 1,3 milhão de brasileiros e a incidência da doença aumenta a cada ano. Este tipo de diabetes resulta da destruição das células produtoras de insulina no pâncreas (as ilhotas pancreáticas) pelo próprio sistema imunológico do indivíduo.

    Pessoas com diabetes tipo 1 sofrem com uma rotina diária de injeções e espetadas no dedo, para evitar aos perigosos altos e baixos do açúcar no sangue. O tipo mais comum de diabetes, no entanto, é o tipo 2, que afeta cerca de 12 milhões de brasileiros. Neste, não há falta de insulina, como no tipo 1.

    O diabete tipo 2 está associado com a obesidade ou estilo de vida e seu tratamento é feito por meio da ingestão de medicamentos hipoglicemiantes.
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  • Os betabloqueadores promovem a sobrevivência de células do músculo do coração após um ataque cardíaco

    [Amor e betabloqueador]

    Uma droga comumente prescrita para doenças cardiovasculares como a hipertensão e arritmias, pode fazer mais bem do que se pensava anteriormente. Pesquisadores da Universidade de York descobriram que os betabloqueadores podem evitar a morte celular após um ataque cardíaco e que isso poderia levar a melhores resultados para o paciente a longo prazo.
    O coração não é capaz de se regenerar. Quando células do músculo cardíaco morrem, durante e imediatamente após, um ataque cardíaco, não há nenhuma maneira de trazer o órgão de volta à saúde completa. E isto pode levar à insuficiência cardíaca, por exemplo.
    Esse papel benéfico dos betabloquedores foi avaliado e publicado esta semana na revista Cell Death Discovery.

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