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Medicamento antidiabético mostra-se promissor em reduzir a doença de Alzheimer em animais de laboratório
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Estudo em animais mostra benefícios da terapia genética para tratar traumatismo de medula espinhal
Queda na ligação
A medula da coluna espinhal é o principal canal de comunicação entre o cérebro e o resto do corpo. A maioria das lesões de coluna causam danos aos axônios, que são longas fibras que conduzem impulsos elétricos. Um tecido cicatricial fibroso impede que os nervos danificados cresçam novamente. Pesquisadores do King’s College de Londres descobriram que a enzima condroitinase ABC (ConABC) digere as proteínas formadoras da cicatriz e promove o crescimento das fibras nervosas lesadas. Contudo, a ConABC se degrada rapidamente e para manter seu efeito seriam preciso repetidas e incômodas injeções na medula espinhal.
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Antialérgico pode ser protótipo de novos medicamentos para estresse pós-traumático
Os genes do medo

O projeto genoma humano revelou genes relacionados à doenças. Mas ainda não está claro quanto deste conhecimento pode ser utilizado para criar novas drogas, especialmente na área de distúrbios psiquiátricos. Grupos de pesquisa da Universidade de Basileia (Suíça) estudaram os genes envolvidos com a memória emocional aversiva – traço fundamental para transtornos de ansiedade e estresse pós-traumático. Eles identificaram 20 genes ligados ao processo de memorização de eventos negativos, e as proteínas produzidas por eles, que seriam alvos em potencial para drogas.




