Pouco conhecido pelo nome, o sabor umami pode ter um papel importante e benéfico na saúde, de acordo com pesquisa publicada na revista de acesso livre Flavour. O editor desta edição, Ole Mouritsen, destaca: “O nosso conhecimento a respeito da sensação de gosto é inferior ao que sabemos dos outros sentidos humanos”. A principal substância que dispara o sabor umami é o glutamato monossódico — o “amor” dos temperos de saquinho.
Apesar da crença generalizada de que esta substância é um complemento pouco saudável à alimentação, cientistas japoneses mostram que o sabor umami pode sim ser importante para a saúde, especialmente em idosos.
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“Quinto sabor”, umami, pode ser benéfico para a saúde
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Luz substitui a agulha: Medindo o açúcar no sangue, sem sangue!
No Brasil, os nascimentos prematuros correspondem entre 6,5% a 9% do total de nascimentos, seguindo a tendência de outros países. Se ocorrer hipoglicemia nestes bebês por mais de uma hora, o cérebro pode ser afetado. A fim de evitar isso, os níveis de açúcar no sangue precisam ser medidos em intervalos regulares, o que, até agora, significava a coleta repetida de amostras de sangue.
No entanto, isso é praticamente impossível já que a perda de sangue e estresse é muito grande. Pesquisadores do Hospital Universitário de Zurique desenvolveram o sensor Glucolight, que mede o nível de açúcar no sangue, sem precisar de qualquer sangue.
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Pesquisadores dinamarqueses estão próximos de conseguir um antídoto para a cocaína
A cocaína funciona, em grande parte, impedindo que a dopamina liberada no cérebro pelos neurônios seja capturada de volta. A dopamina é popularmente conhecida como a substância do cérebro responsável pelo prazer. Assim, maiores concentrações de dopamina permaneçam agindo no cérebro e por mais tempo, resultando na euforia e sensação de prazer normalmente relatados pelos consumidores da droga.Alguns medicamentos, às vezes usados ilicitamente, como a anfetamina (Adderall), metilfenidato (Ritalina) e modafinil (Stavigile) também agem impedindo essa captura da dopamina.
Pesquisadores da Universidade de Copenhagen, Dinamarca, descobriram um mecanismo que pode ajudar no desenvolvimento de um tratamento contra a dependência de cocaína. Os resultados foram publicados no Journal of Biological Chemistry.
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