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Substâncias da maconha podem virar medicamento contra o estresse pós-traumático
Traumas emocionais violentos como, por exemplo, sofrer um assalto, acidentes graves ou morte de pessoas muito próximas, pode causar um problema psiquiátrico chamado de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Pessoas com esse tipo de problema reagem de forma exagerada a situações de medo ou ansiedade comuns, exibindo os mesmos sentimentos de tristeza, pavor, dor ou pânico que sentiu quando experimentou aquela violência ou tragédia original.A farmacologista Cristina Stern, atualmente na Universidade Federal do Paraná, estudou o efeito dos canabinoides (princípio ativo da maconha) em um modelo em ratos que tenta imitar o estresse pós-traumático dos humanos. A pesquisa foi supervisionada pelos professores Leandro Bertoglio e Reinaldo Takahashi, do Departamento de Farmacologia da Universidade Federal de Santa Catarina, que também contou com pesquisadores da USP de Ribeirão Preto (SP).
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Encontrada ligação entre o diabetes e a doença de Alzheimer
Medicamentos utilizados para tratar o diabetes também podem ser usados para tratar a doença de Alzheimer, e vice-versa, de acordo com um estudo recente da Universidade de Aberdeen, na Escócia. Esse é também o primeiro estudo desse tipo que mostra que a doença de Alzheimer pode levar ao diabetes. Até agora, acreditava-se que pessoas obesas desenvolvem diabetes tipo 2 e, então, estariam mais propensas a desenvolver demência. Quer dizer que o diabetes começava como um defeito no pâncreas ou por causa de uma dieta muito rica em gordura e açúcar. Nesse estudo mostrou-se que as alterações no cérebro causadas pelo Alzheimer podem, igualmente, levar ao desenvolvimento de um diabetes muito severo.
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Pesquisadores mineiros desenvolvem nova vacina para a leishmaniose
A leishmaniose é uma doença grave causada por um protozoário, não é contagiosa, mas é transmitida entre animais através do mosquito flebótomo, o mosquito-palha. É uma zoonose, pois o reservatório natural comum é o cão doméstico e o ser humano se torna um hospedeiro acidental. A doença pode se apresentar nas forma cutânea e visceral. A cutânea causa lesões ulceradas na boca e nariz, em geral. A visceral ataca principalmente crianças, atingindo o fígado, baço e medula óssea, causa febre, anemia, falta de apetite, inchaço na barriga. O Centro de Controle de Zoonoses de Florianópolis, monitora as regiões da Lagoa da Conceição e o entorno do maciço central entre os bairros do Cacupé, Saco Grande e Itacorubi. O aumento no número dos cães de rua, piora a propagação da doença.
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