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É seguro tratar doenças graves com chás e fitoterápicos?
A maioria da pessoas acha que tomar chás caseiros ou os fitoterápicos de farmácia não fazem mal para a saúde. No entanto, essa ideia pode causar muitos males. A medicina popular reúne uma série de plantas que são utilizadas com a intenção de tratar desde dor de barriga até o câncer. Em muitos casos, os chás caseiros funcionam mesmo, mas não se engane, como qualquer medicamento, se um chá é poderoso o suficiente para produzir um efeito no corpo, então ele pode fazer mal também.Nas plantas existem muitas substâncias úteis, mas mesmo nos mais inocentes chás também tem muitas substâncias tóxicas! Existem muitos estudos científicos verificando a eficácia das plantas, mas a grande maioria destes estudos ainda são em animais de laboratório e apenas por estes estudos não se pode dizer que vão funcionar no mesmo jeitou em humanos.
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Pesquisado novo alvo para tratar a obesidade
É bem sabido que o cérebro está envolvido no desenvolvimento da obesidade, mas como uma dieta rica em gordura muda o cérebro para que ele acione o acúmulo de gordura corporal ainda é incerto. Pesquisadores americanos estudaram o gene Rap1 dos camundongos, que é funcional em vários órgãos, incluindo o cérebro, onde está envolvido nas funções de memória e aprendizagem.Pouco se sabe, no entanto, o papel que o Rap1 do cérebro desempenha no equilíbrio energético. Para explorar esse papel, os cientistas silenciaram especificamente o gene Rap1 em um grupo de neurônios no hipotálamo, uma região do cérebro que está envolvida na regulação do metabolismo do corpo inteiro.
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Estudo brasileiro identifica novo alvo para o tratamento de melanoma
Um estudo brasileiro publicado na revista Oncotarget mostrou que a inibição de um RNA conhecido como RMEL3 pode reduzir em até 95% a viabilidade de células de melanoma em cultura.Os dados obtidos até agora sugerem que RMEL3 é expresso na maioria dos casos de melanoma. Por outro lado, esse RNA é raramente encontrado em outros tipos de tumores ou mesmo em células sadias. Isso o torna um alvo para uso terapêutico e diagnóstico bastante específico e promissor a ser explorado, explica Enilza Espreafico, professora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) e coordenadora da pesquisa apoiada pela FAPESP.
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