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Sinais para o Mal de Parkinson são achados em lugares inesperados
Publicado em 01/08/2016 às 11:06

escada dnaPequenas alterações no DNA, chamadas polimorfismos de nucleotídeo único (PNU), foram encontradas não só em células do cérebro de pessoas com a Doença de Parkinson, onde eram esperadas, mas também em células do fígado, de gordura, células imunes e até em células-tronco. Estes achados podem um dia contribuir para o desenvolvimento de intervenções preventivas antes que os efeitos da doença tornem-se pronunciados, de acordo com um estudo publicado essa semana na revista Scientific Reports.
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Conheça o furão, um aliado da medicina
Publicado em 01/08/2016 às 10:55

Foto: Juan Barbosa / Agencia RBSOs modelos de estudo em animais, ainda são muito importantes para o avanço das ciências biológicas e biomédicas. De acordo com os estudos mais recentes, os furões são mais parecidos biologicamente e fisiologicamente com os seres humanos, do que o camundongo ou o rato.

Por isso, apesar de não terem a mesma aparência física, eles são muitas vezes utilizados como modelos para estudar doenças respiratórias, por exemplo, já que podem contrair as mesmas viroses que os seres humanos. Além disso, seus pulmões e vias respiratórias tem uma semelhança fisiológica impressionante com os pulmões humanos. Mas os furões também tem contribuído muito em diversas outras áreas da ciência como anatomia e desenvolvimento, cérebro e sistema nervoso, câncer, infecção e imunidade, psicologia e comportamento. 
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Injeção na espinha é bom para a dor?
Publicado em 08/07/2016 às 18:13

 Foto: Jefferson Botega / Agencia RBSPois é, em certas situações é bem melhor tomar um analgésico diretamente na medula espinhal, do que pela veia ou simplesmente por via oral. Durante cirurgias, e até mesmo no parto, é comum o anestesista injetar morfina por via epidural ou raquidiana. Na via epidural a introdução da agulha é mais superficial, mas na raquidiana é mesmo dentro do canal da medula espinhal.

O procedimento é muito vantajoso para o paciente, pois colocando o analgésico diretamente neste local, há grande alívio da dor, sem efeitos colaterais como enjoos, prisão de ventre, sonolência, queda de pressão, entre outros. Esses efeitos colaterais são mais comuns quando se usam opioides como a morfina por via sistêmica, isto é, quando tomada pela boca ou injetada na veia.
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Substâncias da maconha podem virar medicamento contra o estresse pós-traumático
Publicado em 01/07/2016 às 18:46

Agência Brasil/DivulgaçãoTraumas emocionais violentos como, por exemplo, sofrer um assalto, acidentes graves ou morte de pessoas muito próximas, pode causar um problema psiquiátrico chamado de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Pessoas com esse tipo de problema reagem de forma exagerada a situações de medo ou ansiedade comuns, exibindo os mesmos sentimentos de tristeza, pavor, dor ou pânico que sentiu quando experimentou aquela violência ou tragédia original.

A farmacologista Cristina Stern, atualmente na Universidade Federal do Paraná, estudou o efeito dos canabinoides (princípio ativo da maconha) em um modelo em ratos que tenta imitar o estresse pós-traumático dos humanos. A pesquisa foi supervisionada pelos professores Leandro Bertoglio e Reinaldo Takahashi, do Departamento de Farmacologia da Universidade Federal de Santa Catarina, que também contou com pesquisadores da USP de Ribeirão Preto (SP).
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